semtelhas @ 12:12

Seg, 23/02/15

 

 


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semtelhas @ 15:00

Ter, 17/02/15

 

 


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semtelhas @ 15:12

Qua, 04/02/15

 

 


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semtelhas @ 18:07

Qui, 29/01/15

 

 


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semtelhas @ 18:03

Ter, 20/01/15

 

 

 


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semtelhas @ 14:19

Dom, 11/01/15

 

 


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semtelhas @ 14:51

Dom, 04/01/15

 

 


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semtelhas @ 15:31

Sab, 03/01/15

 

STOPestra é o nome de uma orquestra composta por várias dezenas de músicos, todos, ou quase, dos tradicionais, entre cordas, sopros e percussão, clássicos e ligeiros, ao que se somam uma panóplia de outros a tocar outros tipos de instrumentos, nomeadamente de percussão, toda a sorte de bombos, correntes a passar em superficícies metálicas, pandeiretas, ferrinhos e muitos outros, e vozes, muitas vozes. A dirigir um maestro que dá o mote em todos os sentidos. Desde logo na indumentária que parece refletir em rigor a natureza de quem a usa, depois num desempenho a transbordar de positivismo, força e profissionalismo. Já tinha visto variedade, mas nunca como ali, desde aquele batedor de bombos com o mais esquisito dos cortes de cabelo, passando pelas mais incríveis roupas(?), até a sofisticadíssimos adereços, vê-se ali de tudo. Mas é a música que tocam, ou talvez dizendo melhor, os sons que interpretam, que são verdadeiramente exaltantes. Num apelo aos ritmos originais, no conteúdo, sobretudo recorrendo a uma espécie de batida generalizada onde a percussão assume óbvia relevância, e na forma, aquilo começa sempre devagar e vai subindo por ali acima acabando quase em êxtases coletivos. Mais do que interação a coisa transforma-se numa autêntica comunhão! Primeiro porque independentemente da qualidade dos interpretes sob o ponto de vista da sua competência técnica, acredito que haja um núcleo fixo de meia dúzia de profissionais a somar às dezenas recrutados por onde passam, a forma entusiástica como sentem o que estão a fazer é esfusiante e logo absolutamente contagiante. Depois porque as composições, concerteza algumas sempre repetidas, e outras adaptadas ao local que as ouve, são muito ricas, compactas, plenas de sons diferentes mas excecionalmente bem encadeadas, seguramente credoras de inúmeros ensaios, e no tal crescendo que efetivamente mobiliza. E finalmente, o fecho de um círculo perfeito, a construção dos sucessivos puzzles vai-se fazendo exatamente assim mesmo, a toda a volta, de forma que às tantas, completando os 360º, lá está o público a ser convocado para, empurrado por uma vontade interior irreprímivel, participar naquele autêntico ritual que a todos remete para os ritmos primordiais, encontrados algures nos confins dos tempos através da descoberta dos batimentos do coração, e então a magia acontece. De repente, e por várias vezes ao longo de um espetáculo práticamente sem interrupções, sentimo-nos profundamente livres, vendo aqueles magníficos no palco, nos seus trajes únicos, alegria estampada nos rostos, corpos flutuantes ao ritmo de cada um, soltando sons instrumentais ou vocais estranhamente harmoniosos na sua fantástica diversidade, e nós neles intrínsecamente misturados. Inacreditável como podendo ser tão completamente diferentes por fora, somos tão maravilhosamente iguais por dentro, para o sentir bastará despirmo-nos de preconceitos, e sermos realmente honestos na assunção das nossas forças, das nossas fragilidades, e na sincera aceitação das diferenças. Inesquecível!

 

 


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semtelhas @ 14:58

Seg, 29/12/14

 

 


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semtelhas @ 14:54

Sab, 20/12/14

 

 


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semtelhas @ 15:04

Ter, 16/12/14

 

 

 


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semtelhas @ 15:25

Qua, 10/12/14

 

 


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semtelhas @ 12:24

Ter, 09/12/14

 

A pergunta era, Deus tem futuro?, o que à partida cheira logo a manobra publicitária, portanto manipuladora de opinião, o que não admira dado tratar-se do título de um livro, depois não resiste à mais simples abordagem da questão, o que se questiona se tem futuro implica que tenha tido um passado, ora reduzir a ideia de Deus a um espaço temporal é, desde logo, minimizar, para não dizer envenenar toda a discussão à volta de um tema em que a simples tentativa de o limitar, seja em que sentido for, é negar a sua génese.

 

É compreensível que só o facto de tentar criar um debate a propósito do assunto, dada a sua natureza com tanto de abrangente quanto de intemporal, exiga um esforço de balização, sob pena de não se chegar a conclusão nenhuma, simplesmente acontece que neste caso o ponto de chegada é mesmo esse, inconclusivo. Daí a permanente sensação de esterilidade que sempre pairou no ar durante toda a discussão, não obstante se estar na presença de pessoas óbviamente bem formadas e informadas, e empenhadas em defender o seu ponto de vista.

 

Mais que as forças sobraram as fraquezas. Tanto os representantes das três religiões monoteístas, catolícismo, islamismo e judaísmo, quer os arautos da ciência e da arte, quer o defensor do ateísmo, acabaram por nunca verdadeiramente libertar o que lhes ía na alma. É sabido como estas questões tão credoras de paixão fácilmente resvalam para caminhos menos políticamente corretos, talvez por isso tanta contenção, mas a verdade é que debater assim, salvarguardando o caso do ateu, resulta numa espécie de paz podre.

 

Os religiosos, ainda que subliminarmente, mesmo o caso do católico, único a sublinhar ser o mais importante o facto de o essencial é sermos todos humanos, pois para além da evidência esta é uma das principais regras mais presentes na Bíblia, preocuparam-se sobretudo em defender as suas causas, literalmente no caso do islâmico, espécie de mau da fita, mas também o judeu, incansável em citações judaicas, tendo o católico recorrido à habitual linguagem conciliadora que os caracteriza, e também vem descaracterizando por tantas vezes incumprida.

 

Por outro lado quer o cientista quer o artista ficaram longe do paradigma das fações que ali representavam. Um cientista demasiado doce, e um artista supernarcisista, passaram ideias muito frágeis do papel que a ciência e a arte têm tido na ideia de Deus entre os homens. Se o primeiro suavizou em excesso a forma como a ciência, via as suas derivadas tecnocracia e tecnologia têm desumanizado as sociedades, o segundo caiu na insustentável afirmação, porque impossivel ser absolutamente sincera, da autosuficiência e total realização do verdadeiro artista perante a sua obra.

 

O responsável por uma associação de ateus portuguesa, acabou por ser o mais genuíno, transparente nos seus sentimentos, deitando por terra o apesar de tudo dali quase ausente discurso pacificador das religiões, face ás inumeras atrocidades por elas cometidas. Ainda assim também ele com fraco desempenho, traído por uma amargura de quem luta por um pragmatismo impraticável. E é precisamente daqui que se pode partir para o inevitável inconclusivo fim de conversa, como fazer luz num espaço e num tempo desconhecidos? Ninguém é dono da ética nem tem o direito de negar a fé.

 

Deus será porventura uma ideia a que nos agarrámos para combater o medo face à dor e a um suposto fim, para uns, e um embuste para justificar um monte de outras coisas para outros, mas também eles fatalmente temerosos face aos abismos do sofrimento, e de um dito fim que, algo intrínsecamente incompreensível, reclamam definitivo. Que ao menos sejamos honestos na assunção da dúvida.

 

 


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semtelhas @ 12:39

Qui, 04/12/14

 

Este senhor é português.

 

 

 

 


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semtelhas @ 14:03

Dom, 30/11/14

 

 


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"O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo."
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