semtelhas @ 14:46

Ter, 24/04/12

A propósito dos 30 anos de Jorge Nuno Pinto da Costa, enquanto dirigente do FCP, têm desfilado perante nós inúmeras crónicas, entrevistas, reportagens, etc.. Na maior parte dos casos referem-se a Pinto da Costa, o dirigente desportivo, afinal essa é a efeméride em causa, em alguns casos foi-se mais longe.

 

Quanto ao dirigente, Pinto da Costa, a folha de serviços é, literalmente, inultrapassável e por todos conhecida, ainda assim, a juntar ao facto de ser o dirigente da história do futebol com mais titulos conquistados, acrescentaria duas questões menos focadas, o FCP ser o clube do mundo com mais titulos conquistados no séc.XXI, e de continuar líder, na história do futebol, no valor monetário ganho em transferências de jogadores.

Para quem como eu, viu, há mais de quarenta anos, o que era, por exemplo, receber o SLB no estádio das Antas, só faltava pôrmo-nos em sentido, enquanto as pernas tremiam com medo do que aí vinha, os olhos arregalados e a boca aberta até às orelhas de espanto e admiração pelos atletas que evoluiam de camisolas vermelhas vestidas, pode saber o que significa o perceber que, hoje, acontece rigorosamente o mesmo, mas no estádio da Luz, quando entram os heróis com camisolas azuis e brancas.

 

Quanto ao Jorge Nuno sabe-se menos, mas, o que se sabe afina pelo mesmo diapasão, sempre igual a ele próprio, tudo ou nada, família, amigos, gostos extra futebol como, por exemplo a poesia, os animais de estimação, tudo vivido com a alma toda, a sério. Ame-se ou deixe-se.

 

Homens desta estirpe sempre os houve e haverá, óbviamente raros, pela sua genialidade, e ainda bem, imaginemos, o que seria de tudo isto sem o resto, quase todos nós, para fazer tudo o resto, caminho indicado por estes predestinados, e, depois, apláudi-los sincera e fervorosamente.

 

Lembro-me de Sinatra, Picasso, Napoleão, David Cronenberg e Hemingway, como exemplo de homens geniais, excessivos, arrebatados e arrebatadores, líderes inscontestáveis nas suas artes. Tal como Jorge Nuno Pinto da Costa, maiores que a própria vida. O futuro, e só o futuro, o comprovará.

 

 

 


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"O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo."
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