cores da lua @ 21:19

Seg, 26/03/12

Voluntariado, existe de várias formas, social, humanitário, ambiental, cabe a cada um decidir e perceber onde e como pode ser mais útil. O voluntariado não é totalmente desinteressado, logo à partida, um sentimento comum a todos os voluntários é a satisfação de sentir-se melhor consigo próprio, logo identifica-se aqui um interesse mas,  há um pormenor essencial  que faz toda a diferença,  um voluntário tem sempre um objectivo fundamental,  contribuir para uma causa que conduz à melhoria e/ou satisfação de muito indivíduos, seres ou espaços.

 

24 de Março, foi este ano de 2012 o dia escolhido para mais uma acção de voluntários, em todo o país,  com uma vontade comum, a de reagir para que o país e o ambiente se tornem mais bonitos para todos, lá está, um individuo a trabalhar para o bem de muitos.  Sem idades, sem classes, sem profissões, na maioria diferentes e só iguais na vontade.

 

O local onde estivemos, um entre 15 só na cidade do Porto, um espaço verde inserido numa zona urbana, de verde pouco se percebia tal era o amontoado de plástico, papel, cartão,  tecidos e os habituais monstros, mesas, pneus, cadeiras, colchões, etc… Foram horas de trabalho intenso, de esforço  físico mas,  superado pelos resultados finais. Nos últimos 3 anos uma boa parte dos locais onde estas ações foram levadas a cabo, não voltaram a depositar lixo.  É essa a ideia, sensibilizar, educar, passar a mensagem de que há cada vez mais locais próprios para depositar todo o tipo de lixo.

 

Certo que a origem do problema está na produção do próprio lixo, poderá questionar-se, mas não seria mais eficiente e estrategicamente correcto resolver o problema na origem? podia concerteza , mas isso não está ao alcance de voluntários que neste caso, não podem agir mas sim reagir. Talvez, porque não?, se possa chegar lá, do fim para o principio. Mas, não tenhamos ilusões, corrigir um problema começando pelo fim, é um caminho para muitas gerações.

 

“A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.”

John Ruskin

 


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"O medo de ser livre provoca o orgulho de ser escravo."
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